Copa Cervezas de America 2018, Brasil brilha com 67 medalhas

Semana passada, rolou a Copa Cervezas de America 2018 em Santiago no Chile e o Brasil teve destaque.

Além dos dois principais prêmios do concurso: o de melhor cerveja da América, que foi para Ribeirão Preto (SP), e o de melhor cervejaria Americana, que foi para Belo Horizonte (MG), o o Brasil também liderou o quadro de medalhas, somando 67 entre ouro, prata e bronze. Os nossos hermanos argentinos ficaram em segundo lugar, com 42, seguidos dos dos chilenos com 18 e dos norte americanos (EUA) com 13. No total, participaram 1.685 cervejas, avaliadas às cegas, durante três dias.

MELHORES POR CATEGORIA na Copa Cervezas de America 2018

CERVEJARIA GANHADORA DE AMÉRICA OURO

Wäls (Brasil)

CERVEJARIA GANHADORA DE AMÉRICA PRATA

Pratinha (Brasil)

CERVEJARIA GANHADORA DE AMÉRICA BRONZE

Astor Birra (Argentina)

CERVEJARIA GANHADORA DE AMÉRICA BRONZE

Canal Street Brewing Co, LLC d/b/a Founders Brewing Co. (Estados Unidos)

MEJOR CERVEZA AMERICANA OURO

Culotte De La Duchesse (Brasil)

MEJOR CERVEZA AMERICANA PRATA

Feral One (Estados Unidos)

MEJOR CERVEZA AMERICANA BRONZE

Concordia (Equador)

Copa Cervezas de America 2018

Aqui na The Beer Planet nós temos várias das cervejas premiadas no chile e ou em outros concursos cervejeiros. Todas as cervejas com preços arrasadores para os sócios do nosso clube e não sócios também.

A Cerveja Artesanal Cevada Pura Oatmeal Stout e a American IPA . A Cervejaria Roleta Russa levou três prêmios. Um com a cerveja artesanal easy, com a apa (American Pale Ale) e com a New England IPA. Já a Mea Culpa levou dois prêmios com a Cerveja Artesanal Inveja e com a Humildade.

Copa Cervezas de América está na sétima edição. Na edição de 2016 o Brasil, EUA e Chile já haviam sido destaque. Em especial, as cervejas artesanais e espaciais nacionais já são destaque em diversos concursos cervejeiros no mundo todo e vale a pena conferir todas as cervejas premiadas que você pode comprar no site da The Beer Planet.

Aproveitem as dicas,
Equipe The Beer Planet

Comprando Schornstein, você ganha brindes incríveis

Olá BeerNauta, interrompemos a nossa programação para informar que estamos com uma super promoção da Cerveja Artesanal Schornstein. A cada R$50,00 reais em compras de produtos Schornstein, você acrescenta um brinde ao seu carrinho.

Sim pessoal, é cerveja boa e brinde top a cada R$50,00 em compras.

Como funciona a promoção de cerveja artesanal Schornstein?

– De R$50,00 até R$99,00 – Você escolhe um tirante ou um abridor (Olha esse kit degustação com cinco cervejas artesanais);

– De R$100,00 até R$149,99 – Você escolhe dois das três opções a seguir: um abridor, um tirante e um boné (saca esse kit degustação com oito cervejas artesanais);

– De R$150,00 até R$99,99 Você escolhe três das quatro opções a seguir: um abridor, um tirante, um boné e copos (Esse kit de degustação com oito latas de imperial IPA da Schornstein é pra beber rezando);

– Acima de 200 reais (você leva quatro brindes).

Veja abaixo a imagem com mais explicações da promoção:

Cerveja Artesanal Schornstein

Nascida em Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil, a cerveja artesanal Schornstein resgata o talento natural para fabricar cerveja trazido pelos primeiros imigrantes alemães que se estabeleceram no Vale Europeu, em Santa Catarina. Por isso, trata esse líquido precioso com a paixão que ele merece, sendo que na produção de todas as suas cervejas utiliza-se apenas malte, lúpulo, fermento e água.

Em garrafas, a Cerveja Artesanal Schornstein hoje apresenta os seguintes estilos:

PILSEN

É a versão filtrada do chope Pilsen. Cerveja clara e cristalina com 4,5% de teor alcoólico. Muito brilhante, apresenta uma bela formação de espuma e seu aroma remete ao malte e cereais, características estas que se confirmam no paladar. Muito refrescante e com ótima suavidade.

WEISS

Com 5,0% de teor alcoólico, é uma cerveja de trigo de corâmbar clara, aspecto turvo com excelente formação de creme. Apresenta o característico aroma do estilo, com banana e cravo em evidência e ainda notas cítricas. Seu sabor é marcante e muito agradável, cerveja leve e muito refrescante.

WITBIER

Com 5,0% de teor alcoolico, é uma cerveja refrescante e saborosa. Indicado para as estações mais quentes do ano. Cerveja clara e turva que leva em sua composição um percentual de trigo e especiarias. Notas frescas, delicadas e cítricas de coentro, laranja e tangerina.

APA

Cerveja com teor alcoólico 5,0%. clara, refrescante e lupulada, com equilíbrio entre o amargor do lúpulo e o dulçor do malte. Aroma de lúpulos cítricos americanos com um leve aroma de malte. Coloração dourado claro, com espuma volumosa e persistente. Amargor moderadamente alto, porem não persistente, com final macio e refrescante.

IPA

É uma cerveja forte e escura do estilo India Pale Ale. Com 6,5% de teor alcoólico nossa IPA apresenta coloração âmbar, é brilhante e exibe um denso creme. Aroma floral, cítrico e frutado. É refrescante, mostrando notas condimentadas e o característico amargor do estilo.

BOCK
STOUT

E ai, vamos beber? Aproveite você também essa promoção.
Grande abraço,
Equipe The Beer Planet

Curso de Produção de Cerveja Artesanal

Olá BeerNauta, hoje vamos apresentar uma super parceria que fizemos com a Fabiana Büll Haik, que além de Sommelière de Cerveja formada pelo Science Of Beer Institute, fez também cursos de Produção de Cerveja Caseira com o Mestre Cervejeiro João Becker (Academia de Ideias Cervejeiras) e Curso de Produção de Cerveja Artesanal pela Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS). Confira o vídeo abaixo!

E ai, curtiu? O Curso Produção de Cerveja Artesanal em Casa da Bia Bier vai ensinar passo a passo todas as etapas que envolvem fazer cerveja em casa sem dor de cabeça. Enquanto o nosso negócio é vender cerveja artesanal diferenciada e de qualidade, o negócio da Fabiana é ensinar você a fazer sua própria cerveja em sua casa e de preferência com os amigos.

Reparamos que tem crescido bastante o número de pessoas que bebem a cerveja artesanal, fazem parte de clubes de assinatura de cerveja artesanal e também gostariam de aprender a fazer a própria produção em casa por meio de um curso de produção de cerveja artesanal.

Mais Importante no Curso de Produção de Cerveja Artesanal

Se dentro de 7 dias, por algum motivo você achar que o curso Bia Bier não é para você, que não valeu a pena e que realmente você não quer aprender a fazer cerveja em casa, é simples! Basta você me enviar um único e-mail que ela devolve o dinheiro.

Então fica a nossa dica. Se você quer ir além de beber uma boa cerveja e deseja agora também fazer uma boa cerveja, esse curso de produção de cerveja artesanal é pra você.

Em 2017 a gente recomendou 3 cursos cervejeiros para você aproveitar ainda melhor seu o clube, mas esse Curso da Bia Bier é ideal para quem deseja ser um Home Brew e prefere aprender tudo pela internet.

Alguns de nós aqui na nossa equipe fizemos e gostamos muito do conteúdo e por isso super recomendamos. Esperamos que aproveite essa experiência!

Equipe The Beer Planet

Mondial de La Biere 6a. Edição no Rio de Janeiro, vamos?

Olá BEERNAUTA, só aqui no The Beer Planet você tem essa oportunidade, participar do Mondial de La Biere 6a. Edição no Rio de Janeiro (O 6º Festival Internacional de Cervejas na Cidade Maravilhosa) que acontece entre os dias 05 e 09 de setembro no Pier Mauá. Se você é amante de cerveja artesanal, é carioca ou está disposto a visitar a cidade para o evento, então essa é pra você. Responda o formulário e cruze os dedos, pois vamos sortear cinco convites e um deles pode ser seu. *

O festival, reune distribuidores, fabricantes e grandes importadores de cervejas artesanais, é um dos principais eventos de degustação e difusão da cultura cervejeira no mundo e conta com um público sempre ávido por novidades. Os mais novos consumidores procuram o festival como uma forma de iniciar sua jornada no mundo das cervejas artesanais, que vem crescendo rapidamente.

Além dos mais de 120 stands presentes e da área de alimentação gourmet, o Mondial de La Biere também contará com uma programação musical democrática. Tendo espaço para bandas de folk, jazz, rock, reggae, música irlandesa, entre outros. Serão montados dois palcos na área externa, com uma bela vista para a Baía da Guanabara. Outra atração do evento é o stand de tatuagens da Lady Luck Tattoo, que em 2017 fez 300 tatuagens em cinco dias de evento. Uma novidade para esse ano é uma área reservada para jogos.

Para informações como bandas, expositores, fotos, vídeos, vencedores de eventos anteriores, locais para hospedagem, depoimentos, visite o site do Mondial de La Biere.

*A promoção é somente para o convite e serão cinco ganhadores diferentes. Não estão incluídos custos com transportes, hospedagem ou qualquer tipo de benefício além do convite.
O The Beer Planet esteve em todas as edições anteriores e aproveita para conhecer pessoalmente os clientes com sotaque carioca 😉 Confira nossa participação em eventos anteriores.
E ai, respondeu a pesquisa? Vamos nos encontrar no evento então?
Esperamos vocês lá,
The Beer Planet Team.

Garrafa x Lata – saiba qual a melhor opção para cervejas

Por Rodolfo Bosqueiro

Com o aumento do número de cervejarias envasando seus produtos em latas, um antigo (e polêmico) debate volta à tona: Qual é o melhor recipiente para cerveja – lata ou garrafa?

Esqueça tudo o que você ouviu por aí dos beer geeks, e vamos aos fatos que irão te ajudar a definir quem é a verdadeira vencedora dessa batalha histórica pelo cinturão de melhor embalagem para sua cerveja.

Proteção

Os maiores inimigos da cerveja são: luz, oxigênio e calor. Estes três fatores podem (e vão) modificar suas propriedades e trazer aromas e sabores indesejáveis à sua bebida.

As garrafas de vidro âmbar bloqueiam a maioria das ondas de luz que danificam sua cerveja, diferente das garrafas verdes, transparentes ou de outras cores mais claras, que permitem uma incidência maior de luz.

Com as latas, essa exposição não existe, mas onde elas realmente levam uma grande vantagem é no controle de oxigênio.

As latas apresentam uma vedação perfeita e hermética, sem deixar o headspace (espaço com oxigênio que fica entre o líquido e a tampa) que a cerveja engarrafada precisa ter.

Portanto, se o objetivo é garantir que a sua cerveja tenha o maior frescor possível devido à oxidação, a lata é definitivamente a embalagem ideal.

Vencedora na categoria: lata

Peso, manuseio e logística

O peso aproximado de um six pack de latas de 355ml de cerveja é de 2,27Kg. Já o de um six pack de garrafas de 355ml (long necks) é de 3,40 Kg.

A diferença pode parecer insignificante, mas se imagine carregando algumas caixas de cerveja para um churrasco, ou trazendo aqueles rótulos que você tanto queria de outro país em sua mala.

Sem contar que as latas também são menores e mais fáceis de empilhar do que as garrafas, facilitando muito o armazenamento e a logística de maiores quantidades.

Agora, imagine você levando duas sacolas cheias de garrafas para o churrasco do final de semana e o fundo de uma delas acaba estourando… Poisé, uma garrafa de vidro provavelmente não iria chegar intacta depois desse acidente.

Esse fator é muito significativo em grandes eventos, ou bares e restaurantes, que têm um descarte de embalagens mais volumoso. As latas se tornam mais seguras para o manuseio tanto dos clientes quanto dos trabalhadores.

Vencedora na categoria: lata

Impacto ambiental

As latas, sendo menores e mais leves, diminuem consideravelmente o gasto de combustível para transporte de uma quantidade maior. O processo de reciclagem do alumínio também é muito mais fácil e barato que o do vidro. Portanto…

Vencedora (de lavada) na categoria: lata

Técnicas tradicionais de fabricação

Muitos estilos de cerveja (principalmente as belgas) são refermentadas em garrafa, ou seja, as leveduras continuam a produzir CO2 mesmo depois de envasadas.

Essa segunda fermentação não poderia acontecer dentro das latas, que correm o risco de explosão em um processo como esse (e você já deve ter ouvido falar disso ter acontecido por aí, não é?).

Para esse tipo de técnica, as garrafas mais robustas e rolhadas são a única opção.

Vencedora na categoria: garrafa

Envelhecimento

Com a “popularização” do envelhecimento de cervejas em casa, muitos cervejeiros têm montado suas adegas com alguns exemplares que ficam descansando por anos antes de serem degustadas.

Mas dificilmente se ouve sobre uma lata de cerveja sendo retirada da adega depois de alguns anos para ser apreciada.

Isso provavelmente acontece por alguns motivos: os tipos de cerveja com potencial de envelhecimento dificilmente são os mesmos das cervejas que são enlatadas; e a falta de headspace já mencionada aqui também pode ser um fator de alteração no modo de evolução dessas cervejas.

Portanto, até que mais pesquisas sejam feitas nesse quesito…

Vencedora na categoria: empate (por enquanto)

Tradicionalismo

O ritual de retirada do aramado e do estouro de uma rolha é algo que ainda mexe com subconsciente de um apreciador de qualquer bebida.

Pode notar, se você estourar uma rolha – pode ser até de uma bebida de baixa qualidade – em uma reunião com amigos, facilmente um ou outro (ou todos) vão soltar um sonoro: Ohhh!

Naquele momento, o que importa é o prazer de ouvir o estouro, que antecede a degustação e que imediatamente remete nosso pensamento a uma celebração, ou no mínimo a algo positivo.

Ninguém estoura uma rolha para comemorar uma notícia ruim.

Compartilhar uma garrafa de 750ml também é parte desse ritual, de trazer outras pessoas para perto e dividir o momento bebendo a mesma cerveja, da mesma garrafa, com as mesmas características em todas as taças. Enquanto uma lata é – geralmente – uma “celebração solitária”.

Vencedora na categoria: garrafas (rolhadas)

E as vencedoras do cinturão de melhor embalagem para cervejas são: as LATAS!

Na verdade, quem vai decidir qual é o melhor recipiente para sua cerveja, vai ser você. A ideia aqui é simplesmente dar as diretrizes que te permitam analisar com maior clareza e objetividade entre as opções.

O mais importante é sempre ter uma boa cerveja dentro da embalagem. Por isso temos centenas de opções de cervejas incríveis em latas e garrafas (inclusive rolhadas) na loja virtual da The Beer Planet, é só clicar aqui , escolher as suas e recebe-las no conforto da sua casa!

Saúde!

A guerra para produzir a cerveja mais alcoólica do mundo

Por Rodolfo Bosqueiro
@umami.sommelieria (www.facebook.com/umami.sommelieria)

No post passado contamos a história do estilo de cerveja mais alcoólico do mundo, a Eisbock . A técnica de congelamento desenvolvida para produção desse estilo aliada à criatividade dos cervejeiros e às novas tecnologias, fez com que surgissem diversas cervejas de teor alcoólicos incrivelmente altos.

A guerra pacífica

Esses fatores foram se desenvolvendo até o ponto de que, há alguns anos, houvesse uma verdadeira guerra (pacífica) entre algumas cervejarias europeias para saber qual delas era capaz de produzir a cerveja mais alcoólica do mundo.

Aqui você vai conhecer mais a fundo essa batalha, que trouxe ao mercado cervejas bastante exóticas e bem alcoólicas!

Schorschbock 31

Em dezembro de 2008, a cervejaria alemã Schorschbräu, que já era conhecida por desafiar os limites com suas cervejas de trigo e Bocks, lançou a Schorschbock 31, uma Eisbock com 31% ABV.

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Uma cerveja que tinha o teor alcoólico apenas alguns pontos percentuais acima de qualquer outra já produzida no mundo.

Quase um ano mais tarde, em novembro de 2009, os gênios excêntricos da cervejaria escocesa BrewDog – Martin Dickie e James Watt – resolveram que deveriam desbancar a cervejaria alemã e lançar a cerveja mais alcoólica do mundo.

Tactical Nuclear Penguin

Foi então que a Tactical Nuclear Penguin, uma Imperial Stout maturada em barris de carvalho, que posteriormente utilizava o método de congelamento para atingir seus 32% de teor alcoólico, chegou ao mercado.

Pouco tempo depois, uma pequena cervejaria italiana chamada

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Freeze The Penguin

Revelation Cat tentou entrar nessa briga, produzindo uma cerveja com 35% ABV, cujo nome era uma mensagem de ataque bem direta à BrewDog – Freeze The Penguin.alcoolica

 

Schorschbock

Mas essa era na verdade uma guerra de apenas duas cervejarias. E antes mesmo que o ano de 2009 acabasse, a Schosrschbräu deu o troco e lançou uma versão mais potente da sua Schorschbock, com 40% ABV.

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Sink The Bismarck!

A guerra ainda não havia acabado. Em fevereiro de 2010, os escoceses da BrewDog contra-atacaram os alemães com outra cerveja que também trazia uma mensagem clara contra os alemães: a Sink The Bismarck!, com 41% ABV.

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Bismarck foi o maior navio de batalha da Alemanha nazista, que foi caçado e afundado pela Marinha britânica, em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, após ser descoberto em seu ancoradouro na Noruega.

 

Schorschbock

Mas os alemães não estavam prontos para deixar essa guerra sem lutar. E aumentaram o teor alcoólico da sua Schorschbock para 43% ABV em maio de 2010.

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End of History

Em 22 julho do mesmo ano, a BrewDog lançava o que foi uma das mais exóticas cervejas já vistas no mercado, e o que eles acreditavam ser o final dessa guerra.

Uma Belgian Blonde Ale com 55% ABV nomeada de forma clara e direta: End of History (numa tradução mais sugestiva, seria algo como “Fim de Papo”).

Essa cerveja foi envasada em garrafas de vidro envolvidas em carcaças de esquilos (REAIS!) mortos, através da técnica de taxidermia. Algo que somente os excêntricos fundadores da BrewDog poderiam fazer.

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Start the Future

Uma semana depois do anúncio da End of History, a holandesa Brouwerij’t Koelschip lançaria a Start the Future, com 60% ABV. No entanto, para atingir este patamar de teor alcoólico, a cervejaria havia adicionado whisky na receita, o que acaba por descaracterizá-la como cerveja, propriamente dita.

A título de curiosidade, decidimos por coloca-la na lista.

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Mas a cervejaria alemã Schorschbräu não havia desistido, e com um último esforço de defender o título de cerveja mais alcoólica do mundo, em Outubro de 2011, lançou sua nova e limitada versão da Schorschbock, com 57,5% ABV.

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Armageddon

Aparentemente, depois disso a BrewDog se retirou da batalha, mas outra cervejaria escocesa – a Brewmeister – comprou sua briga e lançou a Armageddon, com 65% de teor alcoólico, em novembro de 2012.

Muitos chegaram a dizer que a cerveja não tinha realmente o teor alcoólico que anunciava ter, e ela foi retirada da linha da cervejaria. Mas como voto de confiança, a Armageddon também está na lista das cervejas mais alcoólicas.

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Snake Venom

Em outubro de 2013, a mesma Brewmeister lançou a Snake Venom, uma cerveja que apresenta um sabor muito mais pronunciado de álcool, e que, com seus incríveis 67,5% ABV, até os dias de hoje mantém o título de cerveja mais alcoólica do mundo.

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E aí, será que ainda teremos mais capítulos nessa guerra alcoólica cervejeira?

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Saiba quem são os maiores bebedores de cerveja do mundo

Por Rodolfo Bosqueiro
@umami.sommelieria

Você acha que bebe mais ou menos cerveja que a média dos brasileiros? Será que você se encaixaria ao público dos países que mais bebem cerveja no mundo?

Vamos descobrir!

De acordo com os dados da última pesquisa divulgada (de 2016), a República Tcheca continua liderando os demais países em consumo de cerveja anual per capita, pelo 24º ano consecutivo.

Com uma média de 143,3 litros de cerveja por pessoa consumidos no ano, é equivalente dizer que cada tcheco bebeu mais de 400 latas de cerveja (de 355ml) em 2016.

É importante lembrar que essa pesquisa leva em consideração a população inteira do país (bebedores ou não de cerveja), portanto, esse número seria bem maior se fossem considerados apenas as pessoas que realmente bebem.

Em segundo lugar, aparece um país que está longe de ser uma referência dentro do mundo cervejeiro, mas que conta com uma colonização alemã, que evidentemente deixou suas raízes cervejeiras bem marcadas no local, a Namíbia.

Com uma média de 108 litros anuais de cerveja consumidos por pessoa, o país africano deixou até mesmo seu colonizador para trás, a Alemanha, que se encontra na 4ª posição do ranking.

O Brasil

Está na 31ª posição, com apenas 60,4 litros anuais consumidos por pessoa. Pouco mais de 170 latinhas de cerveja por ano, ou cerca de uma a cada dois dias.

Para ficar mais fácil de visualizar, montamos este quadro com o ranking dos principais países com maior volume de consumo de cervejas per capita:

 

Consumo de Cerveja per capita por país em 2016
Ranking 2016 Ranking 2015 País 2016
Consumo por pessoa (em litros) Equivalente em latas (355ml) Taxa de Crescimento 2015-2016
1 1 Repúb. Tcheca 143,3 403,7 1,4
2 5 Namíbia 108,0 304,2 8,4
3 3 Áustria 106,0 298,6 0,0
4 4 Alemanha 104,2 293,5 -0,8
5 6 Polônia 100,8 283,9 2,9
6 7 Irlanda 98,2 276,6 1,1
7 10 Romênia 94,1 265,1 3,2
8 2 Seicheles 90,0 253,5 -31,6
9 11 Estônia 89,5 252,1 -3,3
10 8 Lituânia 88,7 249,9 -13,3
12 13 Espanha 84,8 238,9 3,1
21 20 EUA 74,8 210,7 -0,2
24 24 Holanda 69,8 196,6 1,8
25 28 Reino Unido 67,7 190,7 2,6
27 23 Bélgica 67,4 189,9 -4,6
30 36 México 62,1 174,9 6,5
31 31 Brasil 60,4 170,1 -3,5
34 35 Canadá 57,7 162,5 -1,2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Kirin Beer University Report Global Beer Consumption by Country in 2016

E aí, você nasceu no lugar certo? Em qual país do mundo você seria um bebedor modelo?

Já em termos de consumo global de cervejas em volume por país, não é nenhuma surpresa que a China lidera esse ranking há 14 anos, sendo responsável por beber aproximadamente 42% do volume de cerveja total mundial.

Embora o consumo dos chineses venha caindo nos últimos anos, o país com a maior população mundial ainda tem uma enorme folga quando comparado ao segundo e terceiro colocados, que são, respectivamente, Estados Unidos e Brasil; como é possível notar no quadro abaixo:

Consumo Global de Cerveja por país em 2016
Ranking 2016 Ranking 2015 País 2016 2015
Consumo Total (em milhões de kl) Market Share Global Taxa de Crescimento 2015-2016 Consumo Total (em milhões de kl) Market Share Global
1 1 China 41,772 22,4% -3,4% 43,264 23,0%
2 2 EUA 24,245 13,0% 0,6% 24,106 12,8%
3 3 Brasil 12,654 6,8% -2,7% 13,008 6,9%
4 5 Alemanha 8,412 4,5% -0,5% 8,450 4,5%
5 4 Rússia 8,405 4,5% -1,8% 8,559 4,6%
6 6 México 1,988 4,3% 8,4% 7,371 3,9%
7 7 Japão 5,251 3,8% -2,4% 5,380 2,9%
8 8 Reino Unido 4,373 2,3% -0,9% 4,413 2,3%
9 9 Vietnã 4,117 2,2% 7,4% 3,832 2,0%
10 11 Espanha 3,909 2,1% 2,3% 3,821 2,0%
18 19 Rep. Tcheca 1,959 1,0% 1,5% 1,930 1,0%

Fonte: Kirin Beer University Report Global Beer Consumption by Country in 2016 

De modo geral, o volume de cerveja consumido no mundo vem caindo, mas este dado não é necessariamente ruim, uma vez que o número de cervejarias artesanais vem subindo exponencialmente a cada ano.

Ou seja, esses dados podem estar demonstrando que os consumidores estão cada vez mais seletivos e exigentes com a qualidade do que estão bebendo e deixando um pouco de se preocupar com a quantidade.

Claro que outros fatores também influenciam nesses dados, como a capacidade de compra dos consumidores e outras questões econômicas.

Mas analisando a fundo os números dos principais países de referência no mercado cervejeiro, é possível perceber que finalmente o famoso “beba menos, beba melhor” está sendo colocado em prática.

Que assim seja!

 

Saiba tudo sobre as cervejas mais alcoólicas do mundo – as Eisbock

Por Rodolfo Bosqueiro
@umami.sommelieria (www.facebook.com/umami.sommelieria)

 

Como já falamos por aqui, o inverno é a época ideal para degustar cervejas mais alcoólicas. Especificamente neste post, iremos explorar o estilo Eisbock, as cervejas mais alcoólicas do mundo.

Elas são derivadas das já famosas cervejas de inverno alemãs – as Bocks – que são produzidas desde os anos 1300, ganhando diferentes nuances com o passar dos anos: Heller Bock (ou Maibock), Doppelbock e àquela que será nosso foco hoje, Eisbock.

Segundo conta a lenda, este estilo foi descoberto totalmente por acidente, na década de 1890, na cidade de Kulmbach, na Alemanha. Mais precisamente, na cervejaria Reichelbräu.

O mestre cervejeiro havia pedido a um jovem ajudante para levar alguns barris de cerveja Bock prontas a adega da cervejaria. Porém, este, cansado de um longo dia de trabalho, rolou-os para fora e imaginou que poderia terminar o trabalho na manhã seguinte.

Aquela noite acabou sendo uma rigorosa madrugada fria de inverno alemão, e quando os cervejeiros voltaram à cervejaria na manhã seguinte, ficaram horrorizados ao descobrir que os barris congelaram e explodiram.

Mas no centro desses barris congelados havia ficado um líquido marrom, semelhante a um xarope.

O mestre cervejeiro, como forma de punição ao jovem trabalhador, ordenou que ele terminasse de abrir os barris congelados e que bebesse esse  líquido marrom (supostamente) horrível.

Para a surpresa e o deleite do jovem, o líquido acabou por ser incrivelmente delicioso, doce e alcoólico e logo todos os trabalhadores estavam compartilhando da sua “punição”.

Diz a lenda que, desde então, os cervejeiros de Kulmbach deixavam alguns barris de Doppelbock para congelar durante a noite para coletar o doce néctar no dia seguinte. E assim nascia a Eisbock (pronunciada “ice-bock”), que na tradução literal, seria a “Bock de gelo”.

Se a história é verdadeira, ninguém pôde realmente afirmar, mas ela foi aceita no meio cervejeiro e tem sido repassada desde então.

O que de fato acontece na produção de uma Eisbock – que hoje certamente não é deixada para fora das cervejarias para congelar naturalmente no tempo – é que, com esse congelamento, a água cristaliza, separando os sólidos do álcool (que tem um ponto de congelamento menor).

E então, essa rica essência concentrada e não congelada da Bock é drenada, resultando em uma cerveja doce, com um delicioso aquecimento alcoólico e uma complexidade muito mais suave, profunda e rica de sabores do malte.

A coloração típica de uma Eisbock pode variar de um vermelho escuro a quase preto. No paladar, você pode encontrar notas de figos ou frutas secas e escuras, café torrado ou chocolate e até xarope de bordo (maple syrup).

Um dos exemplares mais populares do mundo – que você encontra em nossa loja virtual – é a premiada Schneider Weisse Aventinus Eisbock , uma versão de trigo do estilo, com teor alcoólico de 12% ABV.

Outra representante do estilo, que é bastante lendária entre os cervejeiros do mundo todo, é a Utopias, da cervejaria americana Samuel Adams. Com incríveis 28% ABV de teor alcoólico, suas exóticas garrafas de 750ml chegam a custar mais de U$200.00 no mercado.

De acordo com o guia oficial de estilos do Brewers Association, a Eisbock deve ter teor alcoólico entre 8,6% e 14,3% ABV. No entanto, essa técnica de congelamento é usada para produção de cervejas até com mais de 60% ABV. Mas este é um assunto para o próximo post.

 

Dicas de harmonização de queijos e cerveja

 

Por Rodolfo Bosqueiro
@umami.sommelieria (www.facebook.com/umami.sommelieria)

Com a chegada do clima mais ameno, as agradáveis noites de queijos e vinhos se tornam mais frequentes. Mas que tal tentar algo diferente nas reuniões com amigos e familiares (ou até em um encontro), harmonizando queijos e cervejas?!

As cervejas são mais versáteis e não menos complexas que os vinhos em um evento de harmonização com queijos (ou qualquer outro alimento). E acredite, existem ótimas opções para acompanhar até mesmo um delicioso fondue nesse friozinho.

Queijos frescos e mais suaves, como minas, muçarela, feta, burrata ou até o de cabra fresco harmonizam bem com cervejas igualmente leves, como as Weizen (cervejas de trigo alemãs), Pilsen, Helles, Koelsch, Cream Ale, American Blonde Ale, etc.

Exemplos: Schneider Weisse TAP 2, Bierland Pilsen , HB Original  e Schmitt Blond Ale.

Os queijos de mofo branco, como o brie e o camembert vão muito bem com geleias de frutas, que trazem dulçor e acidez. Pensando nisso, podemos trazer cervejas com este mesmo perfil frutado e de leve acidez, como as Weizen, Witbier, Saison (não tão lupuladas) e Fruit Beer.

Exemplos: Jacobinus Hefe-Weizen , La Trappe Witte , e Anchor Mango Wheat .

Os queijos semiduros, como gouda, gruyère e emmental, trazem notas amendoadas e um pouco mais de gordura que os citados anteriormente, portanto pedem cervejas levemente mais alcoólicas e com boa presença de malte, tais como Märzen, Bock, Weizenbock, Dunkel, Belgian Blonde Ale, English Brown Ale, etc.

Exemplos: Bierbaum Weizenbock , Maredsous Blonde , e Brooklyn Brown Ale.

Queijos duros e salgados, como o parmesão, pecorino e grana padano, pedem por cervejas mais intensas e alcoólicas. As mais adocicadas (Doppelbock, Tripel e Belgian Strong Ale) vão contrabalancear o sal.

Já as Stouts e Porters vão combinar suas notas tostadas com o umami intenso desses queijos e formar uma combinação infalível.

Exemplos: Ayinger Celebrator, Bierland Strong Golden Ale, e Anchor Porter.

Os queijos azuis e os de ovelha maturados, como gorgonzola, roquefort, stilton e pecorino são bastante intensos, gordurosos e salgados, portanto demandam cervejas igualmente mais potentes.

Cervejas dos estilos Doppelbock, Quadrupel, Tripel mais alcoólicas, Barley Wines, etc. são ótimas pedidas. Exemplos: La Trappe Quadrupel , Brooklyn Tripel Burner, e Cevada Pura Capitão Barbosa.

Cervejas mais lupuladas, como Pale Ales, IPAs e Double IPAs também harmonizam com queijos azuis mais fortes (roquefort, gorgonzola, brillat-savarin), além dos queijos de cabra frescos, que apresentam acidez elevada. Exemplos: BrewDog Dead Pony Club, Lagunitas IPA  e Shipyard XXXX IPA.

Enfim, a variedade de queijos e cervejas é imensa. O importante é sempre levar em consideração a intensidade de cada um.

Então, caso o queijo ou o estilo de cerveja específico que você quer harmonizar não esteja entre os citados acima, é só seguir algumas dicas, que a sua reunião terá tudo para ser incrivelmente prazerosa:

Intensidade:

Queijos leves e frescos, com cervejas também mais leves. Assim como queijos mais complexos e intensos pedem por cervejas mais fortes e maltadas;

Textura:

Queijos mais cremosos pedem cervejas mais encorpadas, macias e maltadas. E queijos mais duros, cervejas mais secas;

Acidez:

Queijos frescos são mais ácidos que os maturados e, por semelhança, vão muito bem com cervejas igualmente ácidas;

Dulçor:

Queijos maturados são mais adocicados e, também por semelhança, combinam com cervejas mais maltadas. Essas, por sua vez, também vão bem com queijos mais salgados, equilibrando o paladar;

Amargor:

Cervejas mais amargas e lupuladas são ótimas acompanhantes de queijos mais gordurosos ou bem ácidos (como os de cabra);

Álcool:

Quanto mais alcoólica a cerveja, mais complexo e intenso deve ser o queijo.

Está esperando o quê para chamar os amigos e organizar uma bela harmonização de queijos e cervejas?

Aprenda a decifrar todas as informações contidas no rótulo da cerveja

Por Rodolfo Bosqueiro

@umami.sommelieria 

Os rótulos de cerveja estão cada dia mais atraentes para prender a atenção do consumidor. Deixando a beleza de lado, você sabe decifrar todas as informações que aparecem no rótulo de sua cerveja?

É importante que você entenda o que significa cada umas das informações do rótulo que está presente para compreender o perfil daquela cerveja e tomar sua decisão de compra.

Só assim você evita a frustração de comprar uma cerveja que não era bem aquilo que você esperava.

Então, resolvemos criar este glossário para facilitar a sua vida na hora de entender essas informações e definir qual será a melhor cerveja para você naquele momento:

    • ABV (Alcohol By Volume):

      Indica o teor alcoólico da cerveja. Ou seja, se no rótulo estiver escrito “5% ABV”, significa que em cada 100ml de cerveja, há 5ml de álcool.

  • Baixa / Alta Fermentação:

    Cervejas de baixa fermentação são as Lagers, geralmente mais limpas e com as características principais dos próprios ingredientes. As de alta, ou Ales, têm fermentação em temperaturas mais elevadas e maior complexidade de sabores e aromas resultada da fermentação.

  • Brettanomyces:

    Levedura selvagem usada na produção de alguns estilos de cerveja que resultam em aromas rústicos e animalescos (couro, estábulo, etc).

    • Cereais Não Malteados:

      Cereais que não passam pelo processo de malteação, servindo como fonte mais leve e mais barata de açúcares para fermentação das cervejas. Ex: Milho, arroz, etc.

    • Dry-hopping / Dry-hopped:

      Técnica de adição de lúpulo na fabricação de cerveja, após o resfriamento – na fase de fermentação e/ou maturação – com o objetivo de potencializar os aromas do ingrediente na bebida.

    • EBC (European Brewery Convention):

      Escala europeia utilizada para determinação da cor das cervejas. A legislação brasileira utiliza essa escala como padrão.

    • Estilo:

      Através dessa indicação, a cervejaria está informando quais características você deverá encontrar na sua cerveja. Se você ainda não está familiarizado com os nomes, clique aqui  e conheça os mais de 100 estilos existentes.

  • Fermentação Espontânea:

    Cervejas fermentadas por microrganismos presentes no ambiente. As chamadas leveduras selvagens produzem perfis sensoriais bem característicos. O exemplo mais clássico seriam as Lambics belgas.

  • IBU (International Bitterness Unit):

    É a unidade internacional de amargor. O paladar humano não consegue diferenciar nada muito acima de 100 IBU. Uma American Lager comum tem entre 4 e 15 IBU e uma American IPA fica entre 50 e 70 IBU.

  • Maturação em Barril / Barrel Aged / Wood Aged:

    Algumas cervejas passam um período de repouso em barris (ou com lascas) de madeira para adquirir características específicas da própria madeira ou da bebida anteriormente armazenada no barril.

  • Não Pasteurizada:

    Cervejas que não passaram pelo processo de pasteurização, no qual a bebida é submetida a um choque térmico a fim garantir sua estabilidade e maior tempo de validade.

  • Puro Malte:

    Cervejas que têm o malte de cevada como fonte exclusiva de açúcares, sem a utilização de qualquer tipo de adjunto (como o milho, o arroz, etc.).

  • Refermentação na Garrafa / Bottle-conditioned:

    Ocorre uma fermentação secundária dentro da própria garrafa, ou seja, as leveduras continuam trabalhando mesmo após o envase da cerveja. Muito comum em cervejas belgas.

  • Reinheitsgebot (ou Lei de Pureza Alemã):

  • Também chamada de “Lei de Pureza da Cerveja” ou “Lei de Pureza de 1516”. Determina que a cerveja foi produzida apenas com os quatro ingredientes básicos: água, malte, lúpulo e levedura.
  • Session:

    Versões de qualquer estilo de cerveja com teor alcoólico reduzido. A mais comum é a Session IPA. Não confundir com Saison, que é um estilo Belga.

  • Single Hop:

    Indica que a cerveja possui adição de apenas uma variedade de lúpulo.

  • SRM (Standard Reference Method):

    É a escala americana para medição da cor das cervejas. Veja abaixo comparação entre as escalas EBC e SRM:

    informações do rótulo
    Foto: Site O Caneco

 

  • Wet Hopping:

     Processo parecido ao Dry-hopping, porém utilizando lúpulos frescos no lugar do lúpulo seco ou em pellets.